A resiliência urbana é a capacidade de indivíduos, comunidades, instituições, empresas e sistemas dentro de uma cidade de sobreviver, adaptar-se e crescer, independente dos tipos de estresses crônicos e choques agudos que vivenciam.

As tensões crônicas incluem: falta de habitação a preços acessíveis; desemprego em massa/alto, pobreza/desigualdade, infraestrutura envelhecida, poluição da água ou do ar, seca e escassez de água, aumento do nível do mar e erosão costeira, crime e violência, instabilidade social, condições macroeconômicas deprimidas, etc.

Os choques agudos incluem: furacões, inundações, ondas de calor, fogo, acidentes com materiais perigosos, tornado, terrorismo, surto de doença, etc.

De forma simples, resiliência possibilita que pessoas se recuperem mais fortes após momentos difíceis e vivam melhor. O que a Fundação Rockefeller aprendeu depois de anos de trabalho neste tema da resiliência é que não importa qual a situação em que se encontram, as cidades resilientes compartilham e demonstram sempre as mesmas características principais, que são:

Os sistemas resilientes exibem certas qualidades que as capacita a resistirem, responderem e se adaptarem mais rapidamente a choques e tensões.

Qualidades das  cidades resilientes

Fonte: 100resilientcities